terça-feira, 2 de março de 2010

SGS (Sistema de Gestão Ambiental )

O termo gestão ambiental é bastante abrangente. Ele é freqüentemente usado para designar ações ambientais em determinados espaços geográficos, como por exemplo: gestão ambiental de bacias hidrográficas, gestão ambiental de parques e reservas florestais, gestão de áreas de proteção ambiental, gestão ambiental de reservas de biosfera e outras tantas modalidades de gestão que incluam aspectos ambientais.

A gestão ambiental empresarial está essencialmente voltada para organizações, ou seja, companhias, corporações, firmas, empresas ou instituições e pode ser definida como sendo um conjunto de políticas, programas e práticas administrativas e operacionais que levam em conta a saúde e a segurança das pessoas e a proteção do meio ambiente através da eliminação ou minimização de impactos e danos ambientais decorrentes do planejamento, implantação, operação, ampliação, realocação ou desativação de empreendimentos ou atividades, incluindo-se todas as fases do ciclo de vida de um produto.

Objetivos e Finalidades


O objetivo maior da gestão ambiental deve ser a busca permanente de melhoria da qualidade ambiental dos serviços, produtos e ambiente de trabalho de qualquer organização pública ou privada.
A busca permanente da qualidade ambiental é portanto um processo de aprimoramento constante do sistema de gestão ambiental global de acordo com a política ambiental estabelecida pela organização.
Há também objetivos específicos da gestão ambiental, claramente definidos segundo a própria norma NBR-ISO 14.001 que destaca cinco pontos básicos.
Além dos objetivos oriundos da norma ISO, em complemento, na prática, observam-se outros objetivos que também podem ser alcançados através da gestão ambiental, a saber:
  •  gerir as tarefas da empresa no que diz respeito a políticas, diretrizes e programas relacionados ao meio ambiente e externo da companhia; 
  •  manter, em geral, em conjunto com a área de segurança do trabalho, a saúde dos trabalhadores;
  •  produzir, com a colaboração de toda a cúpula dirigente e os trabalhadores, produtos ou serviços ambientalmente compatíveis; 
  •  colaborar com setores econômicos, a comunidade e com os órgãos ambientais para que sejam desenvolvidos e adotados processos produtivos que evitem ou minimizem agressões ao meio ambiente.


O que diz a norma NBR-ISO 14.001

Objetivos da gestão ambiental

  • implementar, manter e aprimorar um sistema de gestão ambiental; 
  •  assegurar-se de sua conformidade com sua política ambiental definida; 
  •  demonstrar tal conformidade a terceiros; 
  •  buscar certificação/registro do seu sistema de gestão ambiental por uma organização externa;
  • realizar uma auto-avaliação e emitir auto-declaração de conformidade com esta Norma.

Fundamentos Básicos da Gestão Ambiental



Os fundamentos, ou seja, a base de razões que levam as empresas a adotar e praticar a gestão ambiental, são vários. Podem perpassar desde procedimentos obrigatórios de atendimento da legislação ambiental até a fixação de políticas ambientais que visem a conscientização de todo o pessoal da organização.
A busca de procedimentos gerenciais ambientalmente corretos, incluindo-se aí a adoção de um Sistema Ambiental (SGA), na verdade, encontra inúmeras razões que justificam a sua adoção. Os fundamentos predominantes podem variar de uma organização para outra. No entanto, eles podem ser resumidos nos seguintes básicos:
Os recursos naturais (matérias-primas) são limitados e estão sendo fortemente afetados pelos processos de utilização, exaustão e degradação decorrentes de atividades públicas ou privadas, portanto estão cada vez mais escassos, relativamente mais caros ou se encontram legalmente mais protegidos.
Os bens naturais (água, ar) já não são mais bens livres/grátis. Por exemplo, a água possui valor econômico, ou seja, paga-se, e cada vez se pagará mais por esse recurso natural. Determinadas indústrias, principalmente com tecnologias avançadas, necessitam de áreas com relativa pureza atmosférica. Ao mesmo tempo, uma residência num bairro com ar puro custa bem mais do que uma casa em região poluída.
O crescimento da população humana, principalmente em grandes regiões metropolitanas e nos países menos desenvolvidos, exerce forte conseqüência sobre o meio ambiente em geral e os recursos naturais em particular.
A legislação ambiental exige cada vez mais respeito e cuidado com o meio ambiente, exigência essa que conduz coercitivamente a uma maior preocupação ambiental.
Pressões públicas de cunho local, nacional e mesmo internacional exigem cada vez mais responsabilidades ambientais das empresas.
Bancos, financiadores e seguradoras dão privilégios a empresas ambientalmente sadias ou exigem taxas financeiras e valores de apólices mais elevadas de firmas poluidoras.
A sociedade em geral e a vizinhança em particular está cada vez mais exigente e crítica no que diz respeito a danos ambientais e à poluição provenientes de empresas e atividades. Organizações não-governamentais estão sempre mais vigilantes, exigindo o cumprimento da legislação ambiental, a minimização de impactos, a reparação de danos ambientais ou impedem a implantação de novos empreendimentos ou atividades.
Compradores de produtos intermediários estão exigindo cada vez mais produtos que sejam produzidos em condições ambientais favoráveis.
A imagem de empresas ambientalmente saudáveis é mais bem aceita por acionistas, consumidores, fornecedores e autoridades públicas.
Acionistas conscientes da responsabilidade ambiental preferem investir em empresas lucrativas sim, mas ambientalmente responsáveis.
A gestão ambiental empresarial está na ordem do dia, principalmente nos países ditos industrializados e também já nos países considerados em vias de desenvolvimento
A demanda por produtos cultivados ou fabricados de forma ambientalmente compatível cresce mundialmente, em especial nos países industrializados. Os consumidores tendem a dispensar produtos e serviços que agridem o meio ambiente.
Cada vez mais compradores, principalmente importadores, estão exigindo a certificação ambiental, nos moldes da ISO 14.000, ou mesmo certificados ambientais específicos como, por exemplo, para produtos têxteis, madeiras, cereais, frutas, etc. Tais exigências são voltadas para a concessão do “Selo Verde”, mediante a rotulagem ambiental. Acordos internacionais, tratados de comércio e mesmo tarifas alfandegárias incluem questões ambientais na pauta de negociações culminando com exigências não tarifárias que em geral afetam produtores de países exportadores. Esse conjunto de fundamentos não é conclusivo, pois os quesitos apontados continuam em discussão e tendem a se ampliar. Essa é uma tendência indiscutível, até pelo fato de que apenas as normas ambientais da família ISO 14.000 que tratam do Sistema de Gestão Ambiental e de Auditoria Ambiental encontram-se em vigor.

Escola de Frankfurt


Dados biográficos
A Escola de Frankfurt foi fundada em 1924 por iniciativa de Félix Weil, filho de um grande negociante de grãos de trigo na Argentina. O grupo emergiu no Instituto para Pesquisa Social de Frankfurt (em alemão: Institut für Sozialforschung) da Universidade de Frankfurt-am-Main na Alemanha.
Antes dessa denominação tardia (só viria a ser adotada, e com reservas, por Horkheimer na década de 1950), cogitou-se o nome Instituto para o Marxismo, mas optou-se pela denominação ideologicamente inócua de Instituto para a Pesquisa Social. Seja pelo anticomunismo reinante nos meios acadêmicos alemães nos anos 1920-1939, seja pelo fato de seus colaboradores não adotarem o espírito e a letra do pensamento de Marx e do marxismo da época, o Instituto recém-fundado preenchia uma lacuna existente na universidade alemã quanto à história do movimento trabalhista e do socialismo. Carl Grünberg, economista austríaco, foi seu primeiro diretor, de 1923 a 1930. O órgão do Instituto era a publicação chamada Arquivos Grünberg. Horkheimer, a partir de 1931, já com título acadêmico, pôde exercer a função de diretor do Instituto, que se associava à Universidade de Frankfurt. O órgão oficial dessa gestão passou a ser a Revista para a Pesquisa Social, com uma modificação importante: a hegemonia era não mais da economia, e sim da filosofia. A Teoria Crítica realiza uma incorporação do pensamento de filósofos tradicionais, colocando-os em tensão com o mundo presente.
Entre todos os elementos vinculados ao grupo de Frankfurt, salientam os nomes de Walter Benjamin, Herbert Marcuse, Theodor Wiesengrund-Adorno e Max Horkheimer, aos quais se pode ligar o pensamento de Jürgen Habermas.
Os múltiplos interesses dos pensadores de Frankfurt e o fato de não constituírem uma escola no sentido tradicional do termo, mas uma postura de análise crítica e uma perspectiva aberta para todos os problemas da cultura do século XX, torna difícil a sistematização de seu pensamento. Pode-se, no entanto, salientar alguns de seus temas, chegando-se a compor um quadro de suas principais idéias. De Walter Benjamin, devem-se destacar reflexões sobre as técnicas físicas de reprodução da obra de arte, particularmente do cinema, e as conseqüências sociais e políticas resultantes; de Adorno, o conceito de indústria cultural e a função da obra de arte; de Horkheimer, os fundamentos epistemológicos da posição filosófica de todo o grupo de Frankfurt, tal como se encontram formulados em sua teoria crítica; de Marcuse, a esperança em novas formas de libertação da Razão e emancipação do ser humano através da arte e do prazer; finalmente, de Habermas, as idéias sobre a ciência e a técnica como ideologia.
Com a chegada de Hitler ao poder na Alemanha, os membros do Instituto, na sua maioria judeus, migraram para Genebra, depois a Paris e finalmente, para a Universidade de Columbia, em Nova Iorque. A primeira obra coletiva dos frankfurtianos são os Estudos sobre Autoridade e Família, escritos em Paris, onde estes fazem um diagnóstico da estabilidade social e cultural das sociedades burguesas contemporâneas. Nestes estudos, os filósofos põem em questão a capacidade das classes trabalhadoras em levar a cabo transformações sociais importantes.
Esta desconfiança, que os afasta progressivamente do marxismo operário, se consuma na Dialética do Esclarecimento de 1947, publicado em Amsterdã onde o termo marxismo já se encontra quase ausente. Em 1949-1950 publicam os Estudos sobre o Preconceito que representa uma inovação significativa nas metodologias de pesquisa social, embora de pouca significação teórica.
Com Erich Fromm e Herbert Marcuse inicia-se uma frente de trabalho que associa a Teoria Crítica da Sociedade à psicanálise. Fromm, precursor desta frente de trabalho, logo se distancia do núcleo da Escola, e este perde o interesse pela Psicanálise até o início dos trabalhos de Marcuse.
Marcuse, que permanece nos EUA após o retorno do Instituto para a Alemanha em 1948, foi o mais significativo dos frankfurtianos, do ponto de vista das repercussões práticas de seu trabalho teórico, já que teve influência notável nas insurreições anti-bélicas e nas revoltas estudantis de 1968 e 1969.
Adorno continuará o trabalho iniciado na Dialética do Esclarecimento, de reformulação dialética da razão ocidental, em sua Dialética Negativa, sendo considerado ainda hoje o mais importante dos filósofos da Escola. Com a sua morte, começa o que alguns chamam de segundo período da Escola de Frankfurt, tendo como principal articulador o antes assistente de Adorno e, depois, seu crítico mais ferrenho: Jürgen Habermas.

Obras da Escola de Frankfurt

HORKHEIMER, Max. Teoria Crítica. Trad. Hilde Cohn. São Paulo: Perspectiva, 1990.



. Eclipse da Razão. São Paulo: Centauro, 1999.
ADORNO, Theodor. Dialética do Esclarecimento Trad. Guido de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.
. Prismas- Crítica Cultural e Sociedade. Trad. Augustin Wernet e Jorge de Almeida. São Paulo: Ática, 2001.
. Notas de Literatura I. Trad. Jorge de Almeida. São Paulo: Duas Cidades/Ed. 34, 2003.
. Teoria Estética. Trad. Artur Morão. Lisboa: Edições 70, [s.d]
. Experiência e Criação Artística. Trad. Artur Morão. Lisboa; Edicções 70, 2003.
. On Popular Music.Studien in Pholosofy and Social Sciense(Revista do Instituto), nº 1, 1941.
MARCUSE, Herbert. Cultura e Sociedade. Vol. 1. Tradução: Wolfgang Leo Maar et alii. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
. Vol. 2. Tradução: Isabel Loureiro et alii. Rio d
. Cultura e Psicanálise. Tradução: Isabel Loureiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
. El Marxismo Soviético. Madri: Alianza, 1969.
. Eros e Civilização. Tradução: Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
. O fim da utopia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969.
. Ideologia da Sociedade Industrial. O Homem Unidimensional Tradução: Giasone Rebuá. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1978.
. A Grande Recusa Hoje. Tradução: Isabel Loureiro e Robespierre de Oliveira. Petrópolis: Vozes, 1999.
. Ontología de Hegel. Barcelona: Martinez Roca, 1970
. Para uma teoria crítica de la sociedad. Caracas: Tiempo Nuevo, 1971.
. Razão e Revolução. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
. Tecnologia, Guerrae Fascismo. São Paulo: Ed. Unesp, 1999.


Críticos notórios da Escola de Frankfurt



Fritz Belleville


Henryk Grossmann


Georg Lukács

Vital Farias


BIOGRAFIA

Vital Farias nasceu no sítio Pedra d'Água, município de Taperoá, estado da Paraíba.

Caçula entre 14 irmãos, Vital alfabetizou-se com as irmãs. Vital viveu em Taperoá até a conclusão do curso ginasial. Aos 18 anos mudou-se para a capital do estado da Paraíba, João Pessoa, onde prestou o serviço militar no 15º Regimento de Infantaria. Ao deixar o serviço militar continuou em João Pessoa e deu prosseguimento aos seus estudos no Lyceu Paraibano. Nesse período começou a estudar violão por conta própria. Depois passou a dar aulas de violão e de teoria musical no Conservatório de Música de João Pessoa. Em 1975 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde participou de vários e importantes eventos artísticos, entre os quais a peça “Gota d’água”, de Chico Buarque de Hollanda. Em 1976 prestou vestibular para Faculdade de Música, formado-se em 1981. A primeira composição gravada de Vital Farias foi "Ê mãe", em parceria com Livardo Alves e gravada por Ari Toledo. Em 1978 gravou seu primeiro disco “Vital Farias”. O segundo, “Taperoá”, surgiu dois anos depois. No final do anos 80, Vital resolveu parar de gravar por um tempo para se dedicar aos estudos. Em 2002 produziu o disco de estréia de sua filha, Giovanna, com 15 composições de sua autoria e lançou o disco "Vital Farias ao vivo e aos mortos vivos". Nesse mesmo ano recebeu o título de Cidadão do Rio de Janeiro.

DISCOGRAFIA

1978 – Vital Farias (Polygram)



- Canção em Dois Tempos (Era casa, era jardim)


- O Sobreassalto


- Bate com o Pé o Xaxado


- Bandeira Desfraldada


- Via Crucis da Mulher Brasileira


- Alice no Curral das Maravilhas


- Deixe de Afobação


- Expediente Interno


- Poema Verdade


- Caso Você Case


- Ê Mãe


- Estudo nº 22


1980 – Taperoá (CBS)


- Pra Você Gostar de Mim


- Eu Sabia, Sabiá


- Assim Diziam as Almas


- Nave Mãe


- Nós Sofre Mais Nós Goza (a faixa “Tudo vai bem” teve a letra censurada pelo governo militar)


- Repente Paulista


- Tema de Beija-flor


- Veja (Margarida)


- Meu Coração Por Dentro


- General da Banda


- Prazer Pelo Avesso


1982 – Vital Farias - Sagas Brasileiras (PolyGram)


- Do Meu Jeito Natural


- Forrofunfá (A Abdias dos Oito Baixos)


- Sete Cantigas Para Voar (A Elba Ramalho)


- Ai Que Saudade D'ocê (Vital Farias)


- Saga de Severinin


- Saga da Amazônia


- Trem da Consciência


- Belo Belo


- Apesar da Solidão


- Saga do Boi de Mamão


1984 – Cantoria 1 (Kuarup Discos) – em conjunto com Elomar, Geraldo Azevedo e Xangai e gravado ao vivo no Teatro Castro Alves, em Salvador, Bahia)


- Desafio do Auto da Catingueira (Elomar)


- Novena (Marcus Vinicius/Geraldo Azevedo)


- Sete Cantigas para Voar (Vital Farias)


- Cantiga do Boi Incantado (Elomar)


- Kukukaya - Jogo da Asa da Bruxa (Cátia de França)


- Ai que Saudade de Ocê (Vital Farias)


- O ABC do Preguiçoso (Ai d'eu Sodade) (Xangai)


- Semente de Adão/Viramundo (Capinam/Geraldo Azevedo/Carlos Fernando/Gilberto Gil)


- Cantiga do Estradar (Elomar)


- Violêro (Elomar)


- Saga da Amazônia (Vital Farias)


- Matança (Jatobá)


- Cantiga de Amigo(Elomar)


1985 – Cantoria 2 (Kuarup Discos) – em conjunto com Elomar, Geraldo Azevedo e Xangai e gravado ao vivo no Teatro Castro Alves, em Salvador, Bahia)


- Desafio do Auto da Catingueira/Repente/Novena (Vital Farias/Geraldo Azevedo/Marcus Vinicius/Elomar)


- Era Casa, era Jardim/Veja Margarida (Vital Farias)


- Sabor Colorido/Moça Bonita (Capinam/ Geraldo Azevedo)


- Na Quadrada das Águas Perdidas(Elomar)


- Cantilena de Lua Cheia (Vital Farias)


- Arrumação (Elomar)


- Suite Correnteza/Barcarola do São Francisco/Talismã/Caravana (Carlos Fernando/Alceu Valença/ Geraldo Azevedo)


- Estampas Eucalol (Hélio Contreiras)


- Saga de Severinin (Vital Farias)


- Cantiga de Amigo (Elomar)


1985 – Do jeito natural (PolyGram)


- Canção em Dois Tempos


- Bate com o Pé o Xaxado


- Sete Cantigas Para Voar (A Elba Ramalho)


- O Sobreassalto


- Deixe de Afobação


- Forrofunfá (A Abdias dos 8 Baixos)


- Caso Você Case


- Do Jeito Natural


- Ê Mãe


- Poema Verdade


- Expediente Interno


- Ai que Saudade de Ocê


2002 – Vital Farias ao vivo e aos mortos vivos (Discos Vital Farias)

Dona Zefinha


TRAJETÓRIA

Dona Zefinha é uma banda de música brasileira, autoral e independente, que mistura música, teatro e dança a partir de elementos sonoros, cênicos e coreográficos, invocando os arquétipos ancestrais das manifestações da cultura popular brasileira.



São elementos inspiradores: a música contemporânea urbana, a música tradicional rural, desde as origens “ibero-afro-ameríndia” da musicalidade brasileira a sua relação com outras culturas. A forte percussão, o baixo ”groovante”, a variedade dos rítmos e melodias que ora remetem a musicalidade renascentista e ora a música de raiz.


O show é peformático, recheado de poesias, improvisos e comicidade. Personagens estranhos que aparecem e desaparecem. O roteiro e a marcação cênica quebram a organização estática criando uma movimentação interessante no palco.


A participação constante da platéia, o tratamento despojado e teatral, torna o espetáculo cada vez mais versátil, elaborado e comunicativo, trazendo um tom de experimentação e universalidade.


Dona Zefinha vem se apresentando, desde 2001, nos principais palcos e eventos do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Natal, Recife, Olinda, Brasília e Campina Grande. Já tocou no mesmo palco com artistas nacionais como: Fagner, Domiguinhos, Elba Ramalho, Waldonys, Xangai e Lia de Itamaracá. No exterior participou de Festivais Internacionais na Alemanha , Coréia e Estados Unidos.


Recebeu os prêmios: “Nelsons” da Musica Cearense nas categorias banda revelação (2002) e melhor grupo de música urbana (2003). Lançou o 1º cd independente “Cantos e Causos” em 2002, participou de vários Cds coletâneas pelo Brasil e agora encontra-se divulgando seu 2º cd “Zefinha vai a Feira”, lançado em 2007.

Peia nos "cabôco"



"Isturdia" estava tocando



"Safona" de "fucim"


Umas poucas de vez


Cacei o som na "oiça"


Foi quando o trupé


Bateu no chão pra vadiar


Na mente era um toque


Bem pinotado


Que é pro espinhaço


Do corpo balançar


Eu não paguei a cota


Escutei o estalado


Do tabefe bem zunido


Pro "riba" da minha "urêia"

Comi tanta poeira


Do tapa no "pé-do-ouvido"


Fui dar uma de atrevido


Arremedando Zé Limeira.